Ata da reunião ordinária SABABV e SAJAJE de 02/03/2009
Presentes: Lica/Adrian/Mª Elvira/Calia/Ferrua/Cecília/Johann/Guilherme/Mª José e os
seguintes moradores: João Galante/Rita de Cássia Schöfer/HelenaSaia e
Almir Roveran.
A pauta única para esta reunião era a discussão das propostas a serem apresentadas pelos coordenadores para os 5 objetivos traçados para 2009. Entretanto, devido a ausência de alguns coordenadores e a presença de moradores que vieram discutir problemas em suas ruas e/ou bairros, decidiu-se adiar para a próxima reunião de Diretoria (23/03) a discussão das propostas e a reunião tratou somente dos assuntos trazidos pelos moradores.
A Sra. Rita de Cássia iniciou os trabalhos reclamando dos problemas que ela e seus vizinhos estão enfrentando devido ao abandono em que se encontra a antiga chácara do Alfomares: mato cresceu demais e já invadiu a calçada que se encontra em péssimo estado; cobras, ratos e outros bichos são freqüentemente vistos no local.Falta iluminação de rua no quarteirão. Ela mora no condomínio vizinho à chácara e disse que o local está em completo abandono e causando muita insegurança e medo nos moradores do entorno.
Disse que já procurou, por diversas vezes, a Subprefeitura mas que a informação é de que nada pode ser feito pois o local é objeto de ação do Ministério Público.
Após muita discussão, Calia sugeriu que ela procure ajuda junto a Ouvidoria Pública. Com relação à falta de iluminação, Guilherme aconselhou-a a reclamar diretamente com a ILUME.
Cecília prometeu voltar a cobrar resposta do Douglas da Subprefeitura a e-mail enviado
pela SABABV há mais de quinze dias e Johann deverá levar este assunto à reunião de fiscalização que deverá acontecer no próximo dia 11.Johann também vai verificar com o Douglas se a limpeza da calçada não puder ser feita pela sub se os próprios moradores podem cuidar disso com recursos próprios.
A Sra. Helena Saia sugeriu que a SAJAPE/SABABV acione o Ministério Público para que este intervenha junto à Subprefeitura e ao proprietário do imóvel.
A Sra. Helena reclamou veementemente da construção de prédio com 20 pavimentos que está sendo feita na rua João Pimenta com alvará já aprovado pela Subprefeitura.
Detalhou várias das providências que ela e seus vizinhos já tomaram para tentar evitar a construção mas que, infelizmente, não surtiram nenhum efeito até o momento.
Sr. João Galante falou sobre o assalto sofrido em sua residência e também dos vários outros que estão acontecendo no bairro. Aparentemente trata-se de uma quadrilha pois os assaltos são parecidos. Procurou nossa associação para trocar idéias. Levantou a possibilidade de instalação na rua de monitoramento por câmaras. Calia, Ferrua e Guilherme comentaram que isto tem custo elevado e que não são muitas as pessoas dispostas a pagar.
Segundo informações prestadas pelos presentes, só na última quinzena de Fevereiro aconteceram assaltos com as mesmas características (grupo de 6 elementos em carro importado) nos seguintes locais:
- Rua da Fraternidade / Rua Mal. Deodoro / Rua Bolívar / Rua Ademar Queiroz de Moraes / dentro do Carrefour e no Rei do óleo na V. Rao.
Orientou-se o Sr. João, bem como os demais, a participarem das reuniões do CONSEG Santo amaro.
As Sras. Helena e Rita de Cássia defenderam o comércio na rua São Benedito. Lica e Cecília explicaram que pela Lei de zoneamento não pode existir casa de comércio naquele local e Lei existe para ser cumprida por todos.
À pedido da Cristina, Nazareth submeteu aos presentes o pedido do advogado Marcos Vinicius de que o processo contra a construção na rua Belterra, à ser submetido ao Ministério Público, seja feito em nome da SAJAPE tendo em vista que o assunto é muito urgente e que a SABABV ainda não tem todos os documentos exigidos.
Todos concordaram mas com a condição de se agendar uma reunião com os envolvidos (Marcos Vinicius e representantes dos moradores da rua Belterra) para discussão dos detalhes.
Em tempo: a reunião foi marcada para 4ª feira, dia 4/03, às 20h00 na sede da SAJAPE.
Finalizando a reunião, Adrian comunicou que entre Maio e Junho estará se desligando do Conselho Gestor do Parque do Cordeiro. Pediu que a SAJAPE tome a providência que julgar melhor: indicar um substituto ou abrir mão da representatividade no Conselho.
Nada mais tendo a discutir, deu-se a reunião por encerrada.